inCruises Independent Partner Alexandr · Parceiro Independente da inCruises incruises.com

Leitura longa · 9 min

Pensando no lado da parceria? Um olhar honesto e aprofundado

Sem print de ganhos, sem fantasia de "liberdade financeira", sem contagem regressiva. Só um olhar direto sobre o que é, de fato, construir algo junto com o clube, para quem isso serve de verdade — e por que a versão mais honesta é também a mais convincente.

Por Alexandr — Parceiro Independente da inCruises

Antes de tudo: está disponível no seu país?

A oportunidade de parceria não está disponível em todos os países. A disponibilidade varia de país para país e pode mudar. Antes de começar — e antes de investir tempo ou dinheiro —, confirme se ela está aberta no país onde você mora.

Existe um pensamento específico que costuma aparecer lá pelas três da manhã. Você fez tudo mais ou menos certo. Tem um emprego, talvez até bom. As contas estão pagas. E mesmo assim o pensamento vem, quieto e teimoso: é só isso? Isso, no repeat, até eu ficar velho demais para querer outra coisa?

Não é que alguma coisa esteja errada, exatamente. É que nada está crescendo. O salário é estável, mas o teto acima dele também é. A agenda pertence a outra pessoa. E aquela versão de você que achava que, a essa altura, haveria mais espaço para respirar ainda está esperando esse espaço aparecer.

Se você já sentiu isso, este texto é para você. Vou contar o que o lado da parceria do clube envolve de verdade — e vou fazer isso me recusando a fazer a única coisa que toda apresentação desonesta faz. Preste atenção. Isso vai dizer mais do que qualquer promessa.

Primeiro, as verdades desconfortáveis

A maioria das apresentações guarda as ressalvas para as letras miúdas lá embaixo. Eu coloco as minhas no topo, porque, se elas fizerem você mudar de ideia, é melhor mudar agora e poupar o tempo de nós dois.

Três verdades honestas, logo de cara

Isto não é renda passiva. Não existe botão que faz dinheiro enquanto você dorme, e quem dá a entender o contrário está vendendo uma sensação, não um negócio. É o seu próprio pequeno negócio. Exige tempo, constância e vontade de aprender.

Não vou mostrar números. Nem um valor, nem uma faixa, nem um print de ganho de ninguém — porque eu não posso, e porque essa regra é a certa. Quem fica balançando renda na sua frente deveria ganhar menos confiança sua, não mais.

Os resultados não são garantidos e variam. O que você tira depende do que você coloca — esforço, habilidade, persistência. Algumas pessoas constroem algo significativo. Outras constroem pouco. Isso vale para qualquer negócio de verdade.

Ainda lendo? Ótimo. Quer dizer que você não está aqui atrás de fantasia. Está atrás de algo real. Então vamos falar do que está, de fato, na mesa.

Os três medos que travam quase todo mundo — e por que eles se desfazem

Quando as pessoas hesitam, quase nunca é por causa da oportunidade em si. É por causa de três medos bem específicos. Eu tive os três. Vamos desmontá-los um por um.

Medo nº 1: "Vou ter que ficar enchendo a paciência de amigos e da família."

Esse é o maior. Todo mundo imagina o mesmo pesadelo: virar aquela pessoa que não para de oferecer coisa em todo almoço de domingo, que os outros começam a evitar no grupo da família. Ninguém quer ser essa pessoa. Eu também não queria.

E aqui vem o alívio: você não precisa — e, na verdade, nem pode. Ligações frias e spam são proibidos pelas próprias regras do clube. O que funciona é o contrário de insistir: você simplesmente usa o clube, fala da sua experiência real do jeito que indicaria um restaurante de que gosta muito, e quem tem curiosidade vem até você. Não é técnica de venda disfarçada. É só compartilhar algo verdadeiro.

Medo nº 2: "Eu não sou vendedor. Não consigo fazer isso."

Eu pensava a mesma coisa. A palavra "vendas" me deixava tenso. Se você é mais quieto, se detesta forçar a barra, se a ideia de "fechar" alguém dá um nó no estômago — talvez você ache que isso não é para você.

A virada: esse instinto muitas vezes é vantagem, não defeito. Quem se sai melhor nisso frequentemente não é o "fechador" barulhento e cheio de lábia — é a pessoa calma e honesta, que claramente acredita no que diz. As pessoas confiam em quem não está atuando. Se você não consegue fingir empolgação, parabéns: você tem exatamente a qualidade que isso recompensa.

Medo nº 3: "Eu não tenho tempo."

Justo. A maioria das pessoas não tem horas sobrando — trabalho, família, uma casa que nunca se organiza sozinha. Eu pensava o mesmo, e por isso quero ser preciso em vez de tranquilizador.

Não é um segundo turno. Para a maioria das pessoas, é algo na casa de 30 a 40 minutos por dia — falando de algo que você já usa, respondendo algumas mensagens —, e quem define o ritmo é você. Mas não vou desrespeitar você fingindo que é sem esforço. Exige constância real, ainda que modesta. A pergunta honesta não é "você tem horas sobrando?". É "você daria meia hora por dia a algo que finalmente é seu?".

O que você estaria construindo, de fato

Tire os medos da frente e veja o que sobra — e é bem diferente da maioria das ideias de "começar algo por fora":

  • Um produto de que você não tem vergonha. Cruzeiros de verdade, economia de verdade, algo que você mesmo usa. Você não está tentando desovar um estoque de coisas de que ninguém precisa.
  • Quase nenhum risco de abertura. Sem estoque, sem mercadoria para comprar, sem aluguel, sem funcionário, sem ponto comercial. A barreira para experimentar é baixa de um jeito que um negócio comum nunca é.
  • Construído sobre algo recorrente, não sobre vendas avulsas. Tudo gira em torno de um clube que as pessoas continuam usando — uma base mais estável do que correr atrás da próxima venda isolada.
  • Portátil por natureza. É tudo on-line. Celular e internet são o kit completo. Dá para tocar de casa, de outro país, entre uma coisa e outra.
  • Você não fica sozinho. Há um mentor, materiais prontos e um grupo de pessoas que já fizeram o mesmo caminho. Você não precisa inventar nada do zero.

E não é uma startup que pode sumir amanhã: o clube atua desde 2016, reúne mais de um milhão de membros e parceiros de mais de 200 países e territórios e trabalha com grandes companhias de cruzeiro. Você estaria construindo sobre algo que já está de pé, não sobre algo que você torce para não fechar no próximo trimestre.

Para quem isso honestamente não serve

Um bom profissional de marketing sabe que o jeito mais rápido de perder a sua confiança é dizer que algo serve para todo mundo. Não serve. Então, sem rodeios — pule fora se você se reconhecer em algum destes:

  • Você quer um botão de "ficar rico" e esforço zero.
  • Você espera que um sistema faça o trabalho enquanto você assiste.
  • Você precisa de renda garantida e de alguém que prometa um valor.
  • Você não usaria nem recomendaria o produto pelos méritos dele.

Nada disso é julgamento moral — é só incompatibilidade, e saber disso agora poupa meses. Mas, se você continua concordando com a cabeça em vez de torcer o nariz, isso está dizendo alguma coisa.

O motivo honesto pelo qual as pessoas fazem isso

Repare que eu ainda não falei de dinheiro — porque a verdade é que, normalmente, não é o dinheiro que faz as pessoas começarem. O que faz começar é aquele pensamento das três da manhã finalmente ganhar uma resposta. É a diferença entre uma vida que só acontece com você e uma que você ajuda a moldar. É ter algo que é seu — que cresce porque você fez crescer, no horário que você escolheu, em torno de um produto que você defenderia diante de um desconhecido. Para muita gente, especialmente quem já recomeçou a vida do zero uma vez, essa sensação de ter as rédeas é o verdadeiro prêmio. O resto é consequência de esforço, não promessa escrita numa página.

O primeiro passo de menor risco que existe

O que eu nunca faria: pedir que você "acredite" e pule. Em vez disso, faça a coisa pequena e sensata. Comece como viajante — dá até para começar com o cadastro sem custo e os 50 pontos de boas-vindas, e sentir o produto por dentro sem gastar nada. Se o produto não conquistar você sozinho, o lado da parceria nunca deveria conquistar. E se conquistar, aí — e só aí — a conversa sobre construir algo em cima dele faz sentido.

Você não arrisca quase nada para olhar. Pode parar a qualquer momento com um clique. No pior cenário, você simplesmente viajou gastando menos. Esse é todo o lado ruim. Comece como viajante →

Alexandr · Parceiro Independente da inCruises · shurgen.incruises.com/membership

Sobre disponibilidade e ganhos

A oportunidade de parceria está disponível apenas nos países e regiões onde o clube atua, e isso varia conforme a legislação de cada lugar — confirme a disponibilidade no país onde você mora antes de começar. Ganhos não são garantidos e dependem inteiramente do esforço, da habilidade de cada pessoa e de outros fatores; os resultados variam, e muita gente ganha pouco ou nada. Nada aqui é promessa ou projeção de ganhos. Leia o aviso sobre ganhos completo →

Sou Parceiro Independente da inCruises, e esta é a minha opinião pessoal, não um material da empresa. Não sou agente de viagens. Ganhos não são garantidos e dependem de esforço, habilidade e mercado; o clube não promete nem projeta ganhos. Todas as afirmações são de caráter geral; confirme as condições atuais, os planos e as regras com o clube. A inCruises é uma marca da inGroup International.

Se aquele pensamento das três da manhã ainda está aí

Não faça nada dramático hoje à noite. Faça só uma coisa honesta: pergunte — as perguntas desconfiadas, sem jeito, do tipo "tá, mas e para alguém como eu?". Sem pressão, e "não" é uma resposta perfeitamente aceitável. Prefere mandar uma mensagem antes? Fale com a gente.

Veja como funciona a parceria →